Alimentação macrobiótica: Entenda como ela funciona!

alimentação macrobióticaA vida moderna trouxe diversos problemas como o excesso de estresse, a vida sedentária, o alto consumo de alimentos processados e ricos em açúcares e gorduras saturadas, aumentando também os índices de diversas doenças, entre elas a diabetes, as doenças cardiovasculares e até mesmo os diversos tipos de câncer.

Conheça, a seguir, o que é a alimentação macrobiótica e como aderir a este estilo de vida.

O que é a alimentação macrobiótica?

A palavra macrobiótica deriva do Grego macros, significando grande ou longo, e bios, que significa vida. Logo, a palavra macrobiótica era utilizada pelos escritores clássicos para descrever um estilo de vida que incluía uma alimentação saudável que promovia longevidade.

A alimentação macrobiótica se iniciou com base no princípio yin-yang da medicina tradicional chinesa que fala sobre a existência de dois tipos de energia no universo, consideradas opostas e complementares. Assim, os alimentos yin são aqueles considerados prejudiciais à saúde e os alimentos yang são aqueles considerados saudáveis e benéficos.

A dieta macrobiótica é bastante nutritiva sendo rica em vitaminas e minerais, tendo baixos teores de gordura e altos teores de fibras. Muitas pessoas escolhem a alimentação macrobiótica acreditando que esta tenha potencial de tratar e curar diversas doenças, além de ser considerada uma dieta bastante equilibrada e saudável, sendo um padrão predominantemente vegetariano.

Basicamente, a alimentação macrobiótica é feita a partir dos seguintes tipos de alimentos:

Cereais integrais:

Recomenda-se incluir pelo menos 50% do volume de cada refeição com cereais integrais, tais como o arroz integral, o trigo, o centeio, a aveia, o milho, as massas e pães integrais não fermentados, entre outros;

Hortaliças, vegetais e frutas:

Recomenda-se entre 20% e 30% da ingestão de calorias diárias a partir de hortaliças e vegetais, podendo ser consumidos crus ou cozidos. Neste grupo temos a cebola, a cenoura, a couve-flor, o brócolis, a abóbora, as diversas folhas como o alface, o repolho, a couve, o agrião, entre outros.

Podem-se consumir as frutas frescas, secas ou cozidas também, porém deve-se dar preferência às frutas da região geográfica, portanto, os habitantes de climas temperados devem evitar o consumo de frutas de regiões tropicais e semi-tropicais, e vice-versa;

Leguminosas e algas marinhas:

Recomenda-se entre 5% e 10% da ingestão de calorias diárias a partir de leguminosas e algas marinhas cozidas. Neste grupo temos o feijão, o grão-de-bico, a lentilha, assim como os diversos tipos de algas como o agar-agar, o nori, o wakamé, entre outras;

Alimentos a evitar:

Devem-se evitar os alimentos de origem animal tais como as carnes, a gordura animal, os ovos, as aves, a manteiga, o iogurte, o queijo, o leite, assim como alimentos ricos em açúcar e processados, tais como o chocolate, o melaço, os adoçantes, os refrigerantes, os sucos industrializados e o café.

Os alimentos feitos a base de farinhas refinadas, os enlatados, os congelados, os condimentos picantes e as bebidas alcoólicas também são exemplos de alimentos que devem ser evitados;

Por fim, a alimentação macrobiótica é uma opção saudável para um novo estilo de vida, acreditando que os alimentos contêm energias opostas e que devem ser consumidos de acordo com esta energia.

Continue conosco nos próximos artigos e deixe aqui seus comentários ou dúvidas. Até mais.

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