Cefalexina

Antibiótico semelhante à penicilina, a Cefalexina é usada não só para tratar diferentes infecções bacterianas mas também anteriormente a cirurgias para diminuir o risco de infecção. É largamente utilizado, embora seja mais eficaz contra um grupo específico de bactérias apenas. Como ela existe no mercado há muitos anos, possui diversos nomes comerciais e fórmula genérica disponível. Leia este artigo e saiba um pouco mais sobre o medicamento.

Como age

A Cefalexina tem ação antibiótica, isto é, ela age eliminando bactérias sensíveis a seus componentes pois quebra a parede celular das bactérias. Como são essas bactérias que causam a manifestação das doenças, sua morte leva à melhora dos pacientes que estão fazendo esse tratamento.

cefalexina

Indicações

É indicada para tratar infecções bacterianas diversas, como sinusite, otite média, infecções na pele e tecidos moles, infecções no trato urinário e infecções dentárias. Esse antibiótico é usado especificamente contra bactérias específicas, como: H. influenzae, P. mirabilis, E. coli, Klebsiella pneumoniae, estafilococos, estreptococos, M. catarrhalis e S. pneumoniae.

Contraindicações

Pacientes alérgicos a cefalosporinas e também à penicilina devem evitar esse medicamento, utilizando outra terapia em seu lugar. É possível utilizá-la durante a gravidez, mas apenas sob orientação médica – ainda não existem estudos sobre os efeitos deste fármaco na gravidez humana.

Posologia

É possível consumir esse medicamento por dois tipos, cápsulas e suspensão oral. No caso das cápsulas, adultos geralmente tomam cerca de 1 a 4g (1000 a 4000mg) por dia em doses fracionadas, durando diferentes períodos de tempo de acordo com a doença a ser tratada e sua gravidade. Caso haja necessidade de mais de 4g por dia, deve-se pensar em usar uma cefalosporina injetável.

A suspensão oral devem continuar com a mesma dose de medicamento e crianças devem tomar de 25 a 50mg por quilo, em doses fracionadas, dependendo de sua infecção e intensidade.

Reações adversas

A reação mais frequente é diarréia, que costuma não ser grave ser interrompida após a suspensão do tratamento, mas em casos raros é possível haver colite, náuseas e vômitos, reações alérgicas, erupções cutâneas, tonturas, vaginite e corrimento vaginal, alucinações, confusão e doenças articulares. Pode causar alterações nos exames laboratoriais.

Interações medicamentosas

Quando esse medicamento é utilizado junto com diuréticos, o risco de toxidade renal aumenta e é preciso monitorar os rins. Não deve ser administrar esse medicamento junto com anticoagulantes, agentes trombolíticos e aminoglicosídeos.

Superdosagem

Os sintomas de uma superdose incluem náusea, vômitos, dor de estômago, diarréia e urina no sangue. Deve-se saber primeiro se o paciente não está tendo uma reação à múltiplos medicamentos ou alguma interação medicamentosa.

Advertências

  • Portadores de porfiria, insuficiência renal e lactantes devem ter as doses reduzidas de acordo com a orientação médica.
  • Idosos e gestantes devem utilizar o medicamento com cautela.
  • Pacientes devem ser acompanhados durante o tratamento para que a manifestação de reações adversas seja avaliada por um médico.
  • Esse antibiótico é excretado no leite humano.
  • Quem tem histórico de problemas gastrointestinais deve informar ao seu médico responsável e ser acompanhado de perto durante o tratamento, principalmente colite.

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