Homeopatia

A Homeopatia foi criada e desenvolvida pelo médico alemão, Christiano Frederico Samuel Hahnemann, há quase 200 anos. Ela é uma das 53 especialidades médicas reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que tem uma filosofia de tratamento diferente da medicina tradicional. Ela atua por meio de estímulos energéticos desencadeados por medicamentos homeopáticos com o intuito de reequilibrar a energia vital dos pacientes. No Brasil, foi reconhecida como especialidade médica pelo CFM em 1980 e é utilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2006.

Ela é indicada para pacientes com problemas do trato gastrointestinal, ginecológicos, dermatológicos, respiratórios e falta ou expressão exagerada de “resistência” (infecções virais e bacterinas frequentes e doenças alérgicas). A Homeopatia contém mais de 3000 mil remédios diferentes extraídos de substâncias vegetais, animais e minerais.

Quando não usar?

Todavia, pacientes que sofrem de distúrbios graves como diabetes ou câncer não devem substituir a terapia convencional por remédios homeopáticos, salvo por consentimento do endocrinologista ou especialista responsável.

homeopatia

A Homeopatia possui quatro princípios:

Lei dos semelhantes: estabelece que uma doença específica possa ser curada pela substância capaz de reproduzir os mesmos sintomas da doença. Ou seja, o que causa mal a alguém “saudável” pode curar alguém doente. Se um veneno produz efeitos como enxaqueca em uma pessoa, a versão homeopática (diluída) desse mesmo veneno poderá tratar pacientes com problemas de enxaquecas recorrentes, por exemplo.

A experimentação na pessoa sadia: os testes de medicamentos homeopáticos devem ser realizados em pessoas saudáveis (nunca animais). Assim, se podem avaliar os efeitos objetivos e subjetivos no grupo de experimentadores e encontrar o “veneno que em doses homeopáticas, cura”.

Doses infinitesimais: consistem na diluição drástica de um medicamento e dinamização para “despertar” propriedades latentes. Esse princípio desafia qualquer lei da física ou bioquímica conhecida: de tão diluído o remédio, é possível que não haja nenhuma molécula mensurável do princípio ativo original. No entanto, alguns experimentos indicam que fenômenos ainda incompreendidos da física quântica poderiam explicar a eficácia dos medicamentos homeopáticos.

Medicamento único: o paciente deverá tomar o medicamento que contenha o maior número de estímulos para os sintomas que ele apresenta. Apenas dessa forma o médico conseguirá avaliar a eficiência da terapia de forma precisa.

Curiosidade

É comum que no início do tratamento homeopático, os sintomas da doença parecem agravar. Isso acontece, uma vez que o medicamento homeopático provoca no organismo uma doença artificial semelhante à natural, para estimular o organismo a corrigir o desequilíbrio. Contudo, se os sintomas se tornarem graves, é sinal de que o medicamento homeopático está agindo de maneira excessiva e prejudicial ao corpo, sendo necessária a suspensão imediata.

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