Ritalina: Saiba tudo sobre esse medicamento!

Se você possui dificuldade para se concentrar já ouviu falar na Ritalina, um remédio que auxilia na concentração e hiperatividade. Porém como todo medicamento ele possui suas vantagens e desvantagens, que você vai conhecer agora nesse post.

A Ritalina é indicada para tratar doenças como distúrbio de déficit de atenção, hiperatividade, obesidade, narcolepsia, letargia e fadiga. O metilfenidato, fórmula da Ritalina, exerce sua ação terapêutica através do aumento dos níveis do neurotransmissor dopamina no cérebro, melhorando, assim, muitos distúrbios neurológicos e proporcionando efeitos benéficos para alguns problemas cardiovasculares e metabólicos.ritalina

Onde comprar e qual o preço?

A Ritalina só pode ser comprada mediante apresentação de receita médica, mas você pode conferir os valores nas seguintes drogarias, que apresentam preços ótimos!

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Como a Ritalina age

A Ritalina atua como um estimulante do sistema nervoso central, que age sobre o neurotransmissores dopamina e norepinefrina. A Ritalina aumenta os níveis de dopamina no cérebro o que faz com que ocorra uma melhora da capacidade de concentração, da habilidade de organizar as diferentes fases de uma tarefa, além de aumentar a motivação e o comportamento voltado para conclusão de objetivos. Estes benefícios são causados em pessoas que têm distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade, que é caracterizado por impulsividade, incapacidade de concentração e ausência ou escassez de motivação para completar tarefas necessárias.

Através do aumento no cérebro dos níveis de dopamina e de norepinefrina, a Ritalina e outros estimulantes produzem um efeito semelhante ao produzido por estímulos excitantes ou recompensadores e como resultado, diminui os níveis de fadiga e sonolência.

A Ritalina auxilia também no tratamento da narcolepsia, que é um distúrbio caracterizado pela incapacidade de ficar acordado em situações em que dormir é inadequado ou perigoso, como no trabalho, escola ou dirigindo.

Quais os benefícios?

Além de atuar no déficit de atenção e  da narcolepsia, a Ritalina também  é muito utilizada para tratar a obesidade mórbida. Quando aliada a um programa de exercícios e dieta desenvolvida por um profissional qualificado, a Ritalina pode ajudar um paciente obeso a perder gordura e melhorar sua saúde. No entanto, devido ao seu efeito estimulante sobre o coração, a Ritalina pode representar perigo para pessoas com problemas cardíacos. Portanto, é vital que o paciente avalie os riscos e benefícios do tratamento com Ritalina com um médico.

Quais os efeitos colaterais?

Como qualquer medicamento a Ritalina pode provocar alguns efeitos colaterais como:

Vício: Como é uma substância de uso controlado a Ritalina tem muitas chances de ser tornar um vício para os pacientes, pois por ser um estimulante ela libera dopamina no cérebro, incentivando o uso futuro da substância. Sintomas de abstinência podem aparecer com a interrupção do tratamento.  Por isso para pessoas que tenham  histórico familiar de alcoolismo ou abuso de drogas ela deve ser receitada com cautela.  Muitas pessoas abusam do uso da Ritalina por sua habilidade em manter seus usuários acordados a noite toda, para perder peso ou para alcançar estados alterados de consciência ao inalar a substância.

Problemas cardiovasculares: Problemas cardiovasculares observados em adultos em tratamento com Ritalina, incluem derrame, morte súbita e infarto, embora tais efeitos sejam raros. A Ritalina aumenta a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos, podendo causar hipertensão ou arritmia cardíaca. A Ritalina também pode piorar o glaucoma.

Outros efeitos colaterais comuns da Ritalina são: aumento de ansiedade, nervosismo, perda de apetite, hipersensibilidade e aumento de tiques.

Quer saber mais sobre esse remédio? Confira este vídeo do Dr. Dráuzio Varella:

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