Suplementação e doping

Já falamos por aqui um pouco sobre os tipos de suplementação conhecidos como dietéticos e auxiliadores ergogênicos, e descobrimos que no caso da dietética, o atleta não tem ganho de performance. Premissa que não se repete para a suplementação auxiliadora ergogênica, por se tratar de uma complementação que vai além dos nutrientes encontrados em alimentos. Em muitos países, a falta de controle e regulamentação da prática de suplementação nutricional, pode inclusive afetar a qualidade das informações passadas nas embalagens dos produtos que consumimos. É a partir daí que devemos nos ater para a questão de grande complicação com casos de doping provenientes de suplementações.

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O doping, além de ser considerado uma prática antiética e prejudicial a saúde, é amplamente proibido em competições esportivas, sendo regulamentado atualmente pela Agência Mundial Antidoping (AMA), responsável por determinar as substâncias proibidas e combater a prática de doping entre atletas.

Os exames antidoping, que controlam a prática entre atletas, são realizados recolhendo uma amostra da urina do indivíduo logo após uma competição e, em alguns casos, em momentos surpresa também.

Conhecer estas substâncias determinadas pela AMA como proibidas é papel obrigatório dos atletas, principalmente de competição. Lembrando que em casos de suplementação auxiliadora ergogênica, como citado acima, a linha entre suplementação nutritiva e doping é muito tênue. Portanto, recomendamos ao atleta que busque se informar e ter o conhecimento real de todas as substâncias presentes em sua nutrição suplementar para evitar equivocos.

Principais substancias proibidas pela AMA

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